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Hokko do Brasil agora é Arysta LifeScience
EMPRESAS - terça-feira, 5 de julho de 2005 12:02 por Send Yahoo Messanger message to author News Cafeicultura
No dia 30 de junho, a Hokko do Brasil – multinacional de origem japonesa que atua no setor agroquímico - passou a chamar-se ARYSTA LIFESCIENCE. Uma mudança de identidade corporativa que aconteceu simultaneamente nos 60 países em que o grupo atua. Sediada em Tokyo, no Japão, o grupo Arysta Lifescience teve faturamento superior a US$ 1 bilhão em 2004, participando com 3,5% do mercado mundial e gerando mais de 1.800 empregos diretos.



O grupo é formado por 65 empresas atuantes nas Américas, Europa, África, Oceania e Ásia e, aqui no país, representado pela Hokko do Brasil. Com a adoção da mesma marca em todo o mundo, nomes como Arvesta Corporation, nos Estados Unidos; Calliope SAS, na França; Moviagro, no Chile; Haesom, na Coréia; Bloomers Growers, na Nova Zelândia, e Hokko, no Brasil, passam hoje a ter um único nome - ARYSTA LIFESCIENCE.



Apesar da troca de nome, nada muda no controle acionário, produtos ou estratégias do grupo no cenário mundial. Porém, é o início de uma gestão global, que pretende dar uma nova identidade e força à corporação, como também a introdução de moléculas mais modernas através da retaguarda de tecnologia mundial.



Há 37 anos no país, a Hokko do Brasil mantém aqui a base operacional do grupo para toda América Latina, contando com fábrica e Estação Experimental no interior de São Paulo, além de escritórios regionais nas principais áreas agrícolas do país. Em 2004, as operações da Hokko do Brasil representaram receita de US$ 172 milhões, cerca de 65% de crescimento se comparado ao resultado de 2003. Com este desempenho, a subsidiária brasileira ocupa a 8º posição no ranking de empresas de defensivos agrícolas no Brasil, participando com 4,9% do mercado nacional.



Desde o início de suas operações em 1968, a Hokko do Brasil vem atuando fortemente no mercado de hortaliças e frutas, aumentando no decorrer dos anos a sua participação também nos mercados de soja, milho e algodão. Em sua linha de produtos estão herbicidas, inseticidas, fungicidas e acaricidas, entre eles o Select – herbicida líder no segmento para a cultura da soja, além do inseticida Orthene, o fungicida Captan e o herbicida para cana de açúcar Dinamic, entre outros produtos que, neste ano, deverão gerar um resultado comercial superior a U$ 200 milhões.



Além desses, a companhia ainda representa e distribui produtos das principais empresas japonesas na área de agroquímicos, como Sumitomo Chemical, ISK, Nissan Chemical, Nihon Noyaku, Sumitomo Takeda.

Visite o site:www.arystalifescience.com






 
SLC investe em novas terras para crescer
EMPRESAS - segunda-feira, 20 de junho de 2005 13:13 por Send Yahoo Messanger message to author News Cafeicultura
Valor Econômico Sérgio Bueno De Porto Alegre - Uma das maiores produtoras brasileiras de grãos, a gaúcha SLC Agrícola adotou uma nova estratégia para alcançar a m eta de elevar de 102 mil para 150 mil hectares a área plantada e de 400 mil para 600 mil toneladas a produção de soja, milho, algodão e café até 2010. A empresa pretende adquirir uma nova fazenda, com cerca de 20 mil hectares, mas também vai começar a arrendar terras próximas a algumas de suas sete propriedades atuais no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Maranhão. Segundo Eduardo Logemann, presidente do grupo SLC, o objetivo é reduzir custos, capital imobilizado e aproveitar as estruturas já implantadas.

A SLC Agrícola também fará os primeiros experimentos com soja transgênica na safra 2005/06 e espera da liberação do algodão modificado para adotar a cultura, que pode permitir reduções de custos de até 20%, diz o empresário, com base em estudos sobre lavouras nos Estados Unidos, Argentina e China. A empresa planeja ainda produzir, em prazo não determinado, álcool e açúcar a partir de lavouras próprias de cana-de-açúcar no Mato Grosso ou em Goiás.

'Em 2010, a $3> da SLC Agrícola é faturar de US$ 250 milhões a US$ 300 milhões', afirma o empresário. No ano passado, a receita foi de R$ 282,6 milhões, ou US$ 96,6 milhões, considerando o dólar médio do período. As lavouras de algodão responderam por 33% da produção total de 400 mil toneladas e por 63% das receitas, as de soja por 45% da colheita e 28% do faturamento. O restante dividiu-se entre milho, café e culturas menores como trigo, tomate, ervilha e girassol. Para este ano, a previsão de vendas é de R$ 330 milhões.

Na aquisição da nova fazenda, que ainda não tem um prazo definido mas deverá ficar em Goiás ou Mato Grosso, a SLC calcula investir US$ 40 milhões, sendo $3>de correspondente ao preço dos 20 mil hectares previstos e o restante à infra-estrutura, máquinas e equipamentos. Pelos arrendamentos, a previsão é pagar o equivalente a seis a sete sacas de soja por ano.

Conforme Logemann, o crescimento da área plantada até 2010 deve obedecer a mesma proporção registrada hoje. A soja ocupa a maior parte, com 55%, seguida pelo algodão [31%], milho [10%] e demais culturas [4%].

Com produtividades médias de 55 sacas por hectare nas lavouras de soja, de 131 sacas no milho e 222 arrobas para o algodão, ante as médias nacionais de 43 e 52 sacas e 184 arrobas, respectivamente, a SLC Agrícola nasceu no Rio Grande do Sul, mas vendeu a última das três fazendas locais no fim de 2002 porque eram inferiores a 2 mil hectares e partiu em busca de áreas maiores e clima melhor no Centro-Oeste e Nordeste. 'Precisamos de no mínimo 13 a 14 mil hectares por fazenda', diz Logemann.

Maior produtora de algodão do país, a SLC Agrícola é uma das cinco empresas do grupo SLC, que acaba de completar 60 anos. Além dela, há a SLC Alimentos, que beneficia e comercializa arroz e feijão, a Ferramentas Gerais, especializada na venda de ferramentas e equipamentos industriais, a SLC Comercial, revendedora de tratores e colheitadeiras John Deere, e ainda o Hotel Ouro Verde, em Horizontina [RS].

Em 2004, o conglomerado faturou R$ 1,2 bilhão, 20% mais que no ano anterior [cerca de US$ 410 milhões]. Para 2005, a projeção é de uma receita de R$ 1,4 bilhão [US$ 540 milhões pelo dólar médio até agora]. A previsão é atingir US$ 1,5 bilhão em 2010, sendo dois terços por conta da Ferramentas Gerais.

Para garantir os recursos necessários para bancar o crescimento, Logemann admite a possibilidade de abertura de capital do grupo ou de associação com parceiros estratégicos, mas afirma que não há nada definido a respeito.

Conforme o empresário, os planos de expansão incluem ainda a SLC Alimentos, que em 2004 comercializou 150 mil toneladas de arroz e feijão e faturou R$ 240 milhões. A empresa opera com unidades de beneficiamento arrendadas, tem centros de distribuição - alugados - em seis Estados [RS, SP, MT, PE, BA e CE] e pretende estender a rede a praticamente todas as capitais brasileiras, com investimentos de R$ 10 milhões por ano, para chegar a uma receita próxima dos US$ 300 milhões em 2010.






 
Funcionários temem fechamento da Schincariol, diz sindicato
EMPRESAS - sexta-feira, 17 de junho de 2005 11:24 por Send Yahoo Messanger message to author News Cafeicultura
FABIANA FUTEMA da Folha Online - Os funcionários da Schincariol de Itu [103 km de SP] estão preocupados com o futuro da fábrica da cidade, que abriga a sede do grupo cervejeiro. Donos, diretores e advogados da empresa foram presos ontem durante uma operação conjunta da Receita Federal e Polícia Federal contra sonegação de impostos no setor de bebidas.

Além da sonegação fiscal, a família Schincariol é suspeita de estar envolvida nos crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção de funcionários públicos.

'Os funcionários temem pelo futuro da empresa. Eles acham que a empresa pode vir a ser fechada', disse Manoel Martins, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Bebidas e Alimentos de Campinas e Região.

Apesar dos temores, segundo ele, a fábrica continua em funcionamento. 'Quem está tocando a empresa são os funcionários e encarregados, pois todos os donos e diretores foram presos.'

A Schincariol não se manifestou hoje sobre a operação policial. Ontem, o grupo divulgou nota negando as acusações e lamentando a forma como 'foi conduzida a ação, pautada por um comportamento violento e sensacionalista contra cidadãos de bem, que não ofereceram qualquer resistência, com residência fixa e conhecida, dirigentes de uma empresa que contribui reconhecidamente para o desenvolvimento do país'.

Segundo a Receita Federal, os donos da Schincariol são suspeitos de participar de um esquema de sonegação fiscal que teria desviado R$ 1 bilhão dos cofres públicos nos últimos cinco anos. O IRPJ, IPI, ICMS, PIS e Cofins seriam os principais tributos sonegados pela empresa.

Entre os presos estão cinco membros da família Schincariol: os irmãos Adriano [diretor-superintendente] e Alexandre [diretor de RH], além de Gilberto [vice-presidente] e seus filhos Gilberto Júnior e José Augusto --primos de Adriano e Alexandre Schincariol.

Também foram presos três diretores da empresa: José Rosan Domingos Francischineli [financeiro], José de Assis Carvalho [administrativo] e outro identificado pelo nome de Carlos Rafael [diretor da fábrica do Rio de Janeiro].

Investigações

As investigações indicaram que o grupo Schincariol montou com alguns de seus distribuidores terceirizados um esquema de sonegação fiscal de tributos estaduais e federais, utilizando o subfaturamento na venda de seus produtos com o recebimento 'por fora' da diferença entre o real valor de venda e o valor declarado nas notas fiscais.

Além disso, foram identificadas operações de exportação fictícia, intermediadas por empresas situadas em Foz do Iguaçu [PR] e importação com falsa declaração de conteúdo e classificação incorreta de mercadorias.

As investigações sugerem ainda que parte da matéria-prima usada nas fábricas é adquirida sem a devida documentação fiscal, envolvendo operações simuladas com empresas inexistentes ou de capacidade financeira insignificante, localizadas em Estados do Nordeste, como se fossem estas as adquirentes.

As importações de matéria-prima e de equipamentos para as fábricas são intermediadas por empresas do grupo sediadas na Ilha da Madeira [Portugal].

Especial

Leia mais sobre a Schincariol






 
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