Os brasileiros que colecionam bons negócios
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Valor Econômico - Até a compra pela Coca-Cola, a Sucos Mais era controlada por dois grupos brasileiros: o WRV e o MonteSanto Tavares. Os sócios dos grupos têm um histórico de sucesso na condução dos seus negócios e na posterior venda para grupos multinacionais.
O grupo WRV foi dono do Supermercado Mineirão, vendido para a francesa Carrefour em 1999. Comenta-se no mercado que, na época, a venda foi feita por um valor elevado.
Depois da venda para o Carrefour, o grupo WRV tornou-se sócios da varejista Epa, sexta no ranking nacional da Abras de 2004 com um faturamento de R$ 1,135 bilhão. Em 2003, a rede ocupava o 11º posto. Assim como fez com a Sucos Mais, os empresários mineiros transformaram o Epa em negócio muito maior. Na época em que compraram participação na rede, ela tinha só 22 lojas. Hoje são 64.
O grupo MonteSanto Tavares, de Ricardo Tavares, foi proprietário do Café Três Corações, adquirido pela empresa de alimentos e laticínios de Israel, Strauss-Elite. A venda aconteceu em dezembro de 2000 por US$ 40 milhões. Em julho do ano passado, a família Tavares voltou ao negócio de torrefação com a indústria de café, Fino Grão. A fábrica funciona em Contagem na antiga sede da Café Aymoré. Na ocasião, foram anunciados investimentos de R$ 11 milhões no negócio, adquirido em sociedade com o grupo Veloso Café do Cerrado, também mineiro.
Segundo o mercado, a conclusão da venda da Sucos Mais para a Coca-Cola demorou a acontecer numa primeira fase - em função do preço - e, posteriormente, porque os sócios não queriam sair totalmente do negócio, o que, de fato, não aconteceu. A Coca-Cola adquiriu 82% das ações com direito a voto e 41% do capital total. [DB]
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Busca por proteção no campo
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JB Online - Entre os inúmeros riscos a que estão expostos os produtores agrícolas está o da depreciação de preços no mercado internacional, que afetou a soja este ano; para combater o problema, Néstor Osorio, diretor-executivo da Organização Internacional do Café [OIC], prega a busca por maior qualidade nos produtos.
- Os principais compradores de produtos agrícolas protegem seus mercados com pesados subsídios. Uma das saídas para países como o Brasil é agregar valor ao produto básico, o que no setor cafeeiro significa o investimento em cafés especiais, que estão menos suscetíveis a oscilações de preços - pondera Osorio, acrescentando que a estratégia vale para qualquer produto.
Humberto Santa Cruz Filho, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia [Aiba] ressalta que os produtores brasileiros adotam cada vez mais a produção empresarial, o que ajuda a proteger contra choques externos.
- Precisamos tirar a mentalidade do agronegócio dos grandes produtores e levá-la também aos pequenos agricultores - diz.
Rafael Rosas
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Do expresso forte ao frapê gelado, o café conquista fãs
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Gazeta web TELMA ELITA - Sérgio Amorim Filho e Benigna Fortes: freqüência garantiu a inclusão do muffin no menu Como as máquinas, o brasileiro precisa de combustível para começar o dia. Mas a lenha que aquece as válvulas do povo tupiniquim é o café, pelo menos desde a segunda
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